cover
Tocando Agora:

Funcionárias de lojas plus size presas por venda ilegal de canetas emagrecedoras são soltas pela Justiça

Suspeitas de venda irregular de medicamentos são liberadas O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu liberdade provisória às seis funcionárias de lojas ...

Funcionárias de lojas plus size presas por venda ilegal de canetas emagrecedoras são soltas pela Justiça
Funcionárias de lojas plus size presas por venda ilegal de canetas emagrecedoras são soltas pela Justiça (Foto: Reprodução)

Suspeitas de venda irregular de medicamentos são liberadas O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu liberdade provisória às seis funcionárias de lojas plus size – que vendem roupas projetadas para corpos com numerações maiores e pessoas obesas – que foram presas suspeitas de venderem canetas emagrecedoras de forma ilegal, no interior do estado. As funcionárias haviam sido presas nesta terça-feira (24), em uma operação da Polícia Civil, que investiga as lojas. Elas são de São José dos Campos e Jacareí – leia mais detalhes abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp De acordo com o Tribunal de Justiça, foi concedida a liberdade provisória mediante o cumprimento de medidas cautelares, como: Comparecimento a todos os atos do processo para informar e justificar atividades Obrigação de manter o endereço atualizado junto à Justiça Proibição de ausentar-se de São José ou Jacareí por mais de oito dias, sem prévia comunicação à Justiça Funcionárias de lojas plus size são presas suspeita de venda ilegal de canetas emagrecedoras no interior de SP Divulgação/Polícia Civil O que diz a defesa das funcionárias? Segundo o advogado de defesa das funcionárias, a Justiça reconheceu a "ausência dos requisitos autorizadores da prisão preventiva, bem como as condições pessoais favoráveis das defendidas, que são primárias, possuem residência fixa, trabalho lícito e vínculos familiares relevantes". O advogado informou ainda que segue confiante na absolvição das suspeitas, que seguem sendo investigadas. "A Defesa esclarece que o mérito das imputações ainda será devidamente analisado no curso do processo, momento em que se espera o completo esclarecimento dos fatos", completou o advogado. O caso Seis funcionárias de lojas plus size – que vendem roupas projetadas para corpos com numerações maiores e pessoas obesas – foram presas suspeitas de venderem canetas emagrecedoras de forma ilegal, no interior de São Paulo, nesta terça-feira (24). Duas lojas, que ficam nas regiões centrais de São José dos Campos e Jacareí, e a casa do proprietário dos estabelecimentos foram alvos de buscas da Polícia Civil durante a manhã. De acordo com a Polícia Civil, as lojas aproveitavam a venda de produtos plus size para oferecer a venda de canetas emagrecedoras aos clientes. "A investigação mostrou que o proprietário adquiria (as canetas) de outro estado e deixava nas lojas para que as gerentes e funcionárias comercializassem as canetas emagrecedoras", explicou o delegado Reinaldo Checa. Funcionárias de lojas plus size são presas suspeita de venda ilegal de canetas emagrecedoras no interior de SP Divulgação/Polícia Civil De acordo com ele, as funcionárias foram presas em flagrante. "Elas estão sendo autuadas pelo artigo 275 do Código Penal, que é expor a venda esse tipo de substância, o que é proibido. É um crime contra a saúde pública. A pena é de um a cinco anos." O proprietário das lojas não foi encontrado na operação desta terça-feira e segue sendo investigado. "Quando diligenciamos ao imóvel dele (proprietário das lojas), ele não se encontrava. Estava em São Paulo. Ele vai responder pelo crime, mas com uma gravidade maior por ser o proprietário e a pessoa que adquire isso e determina que as funcionárias façam a venda", completou o delegado. A investigação teve início após a polícia receber uma denúncia. "Há cerca de 20 dias chegou a denúncia. Nós imediatamente começamos a investigação, solicitamos ao juiz mandados de busca para as lojas e para a residência do proprietário. Eles foram deferidos e hoje a gente efetuou as diligências", concluiu Checa. Nesta quarta-feira (25), a Justiça concedeu liberdade provisória às seis mulheres presas por suspeita de vender canetas emagrecedoras contrabandeadas. Elas vão responder ao processo em liberdade, mas terão de cumprir medidas cautelares. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Fale Conosco